17 de Outubro de 2017
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Relatório de Contas de 2016 reflete equilíbrio financeiro do Município de Amares

28-03-2017

A Câmara Municipal de Amares aprovou o Relatório de Prestação de Contas referente ao ano de 2016, um documento que demonstra, segundo o presidente Manuel Moreira, que “a atuação do executivo municipal foi de encontro aos grandes eixos estratégicos definidos: a Coesão Social, a Economia e o Emprego, a Educação, a Cultura e o Turismo, com uma política de planeamento e rigor na gestão municipal”.

As medidas de incentivo à criação e fixação de novas empresas, através do Gabinete do Empreendedorismo e dos apoios constantes nos regulamentos próprios, representaram um investimento de cerca de 200 mil euros (18% do valor total das transferências correntes).

Em termos sociais e ao nível da saúde, o investimento representou 11% do valor das transferências correntes. Já os gastos ao nível da aquisição de bens na área da Educação ascenderam a 900 mil euros (67% dos custos totais).

Manuel Moreira destaca, também, a aposta “na construção de um concelho que respeita e zela pelo património ambiental e pela promoção de políticas de desenvolvimento sustentável”, reforçando “o investimento realizado no tratamento das águas residuais e na preparação da candidatura para alargamento da rede de saneamento (já aprovada em 2017), que se refletiu no aumento no fornecimento de serviços externos”.

O Município apresenta taxas de execução da receita e da despesa perto dos 100% (de 98% e 94% respetivamente). A divida total a terceiros diminuiu em 800 mil euros, cerca 10% comparativamente com 2015. Ao nível das despesas com pessoal houve uma redução de 0,4%.

No ano 2016, o Município de Amares registou um resultado líquido negativo na ordem de 1,3 milhões de euros relacionado com a diferença resultante entre o valor patrimonial das ETARS e o valor da sua venda, com a constituição de provisões e com o  aumento do fornecimento de serviços externos.

O Município transitou para 2017 sem dívidas a fornecedores (excluindo os décimos de garantias de empreitadas) e com um saldo de gerência a rondar os 847 mil euros.

Em todos os meses do ano registaram-se fundos disponíveis positivos. Para além disso, o Município transita com uma margem de endividamento para utilizar na ordem dos 2,5 milhões.

O documento foi analisado e votado na reunião do órgão executivo do dia 27 de março com 3 votos a favor e duas abstenções.