28 de Junho de 2017
geral@cm-amares.pt
04:44

Notícias Relacioandas

Não existem notícias relacionadas disponíveis.

Notícias

Notícias

MUNICÍPIO DE AMARES QUER CRIAR UM ECO TRILHO NA RIBEIRA DA ABADIA

24-01-2017

Considerando a aposta no Turismo, o Município de Amares quer continuar a desenvolver faróis de atratividade ao concelho. Nesse sentido, o presidente, Manuel Moreira, levou hoje a reunião de Câmara uma proposta para Reconhecimento de Interesse Municipal do projeto “ECO TRILHO DA ABADIA”.

Este projeto de intervenção na Ribeira da Abadia vai ser candidatado pelo Município a fundos comunitários e pretende estabelecer a circulação pedonal ao longo deste curso de água e, ao mesmo tempo, disponibilizar a sua exuberância natural ao público.

“O objetivo é implementar um eco trilho ao longo da ribeira. Começará na sua foz no Rio Cávado (Praia Fluvial do Barquinho), passando por baixo da ponte da Estrada Nacional EN308, seguindo até ao Santuário de Nossa Senhora da Abadia, ao longo de um percurso de 2700 m. O projeto prevê a dignificação das ruínas dos muitos moinhos e demais engenhos hidráulicos e abre portas à recuperação de alguns deles (levadas, tanques e moinhos)“, explicaram Ricardo Nascimento e Elsa Costa, autores do projeto.

O eco trilho prevê 2 tipos de intervenções, que se reportam às diferentes condições geográficas e geomorfológicas existentes ao longo do curso d’água. O trilho será definido ao longo da ribeira e a sua resultante terá em consideração o aproveitamento de levadas, caminhos já existentes e a definição de passagens sobre a ribeira e passadiços de madeira. O trilho desenvolve-se sobre estruturas de madeira compostas por pilares, traves e forras.

A criação deste eco trilho ribeirinho objetiva a preservação, valorização e promoção das ribeiras, transformando-o num ativo de desenvolvimento local, conectando o património natural com o arquitetónico, cultural e religioso.

Manuel Moreira considerou que estes projetos são extremamente importantes na medida em que visam “o aumento da competitividade territorial concelhia, assegurando a preservação da identidade e cultura, a circulação de pessoas e a empregabilidade”.

O projeto mereceu voto favorável de todo o executivo.