28 de Junho de 2017
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MUNICÍPIO DE AMARES ASSINA PROTOCOLO COM A CAVAGRI PARA APOIAR ATIVIDADE PECUÁRIA DO CONCELHO

02-03-2017

O presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, e o presidente da direção da Cavagri, Cooperativa Agrícola do Alto Cávado – entidade protocolada com a Autoridade Veterinária Nacional, responsável pela execução das ações previstas no Programa Nacional de Saúde Animal (PNSA) – Custódio Costa, acabam de formalizar a assinatura de um protocolo de colaboração para regular os termos de subvenção municipal no programa sanitário obrigatório para detentores de ovinos, caprinos e bovinos legalmente registados no concelho de Amares. Através desta medida, o Município de Amares passará a atribuir um apoio que cobre o custo integral da componente variável devida pelos detentores dos respetivas espécies animais para a concretização anual das ações de campo do referido programa sanitário.

A comparticipação municipal no programa de sanidade resultante do respetivo protocolo implica um investimento, por parte da Autarquia, na ordem dos 16 mil euros e reflete “a preocupação do Município de Amares em valorizar as suas atividades agrícolas e afins e os produtos locais, assente na lógica de que salvaguardar a ruralidade que tão caracteriza o concelho corresponde à defesa de princípios importantes para o desenvolvimento local”, conforme sublinha o presidente, Manuel Moreira.

“Este é um passo em frente no sentido de ajudar os nossos agricultores a manter vivas as suas atividades. Reconhecemos que se vivem tempos difíceis e que este incentivo, de valores ainda significativos, vai contribuir para que possam cumprir aquela que é uma exigência imposta à prossecução da atividade pecuária aliviando os seus encargos, o que nos parece um apoio muito importante”, acrescenta a autarca.

António Martins, técnico director geral adjunto da Cavagri congratula-se com esta medida de apoio detentores de ovinos, caprinos e bovinos, que considera “pioneira na região”.

“Este apoio representa primeiro a assunção por Parte da Autarquia da importância da agricultura e, por outro lado, do ponto de vista mais pragmático, a possibilidade de mantermos um serviço ativo”, admite. “O serviço sanitário é muito importante para os agricultores e manter a atividade pecuária dos concelhos com os custos sanitários que isso implica e que são elevados é muito difícil e, portanto, a Autarquia assumir parte desse custo é fundamental, quer para a progressão do serviço, quer para a sua continuidade”, destaca.